Como se desenvolve a obstrução arterial?

Como se desenvolve a obstrução arterial?

Aterosclerose é o nome dado à doença caracterizada pelas obstruções das artérias, causadas pela formação de placas de gordura e tecido fibroso em suas paredes internas. Do ponto de vista clínico, o quadro é considerado gravíssimo, pois impede o bom funcionamento do sistema circulatório e, com isso, impossibilita a chegada de sangue e oxigênio ao cérebro. Desta forma, podemos afirmar que a condição é a principal motivadora de males como Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) e infartos.

Situação advinda com o tempo

A aterosclerose, normalmente, tem início ao longo da infância ou juventude do indivíduo e vai piorando com o passar do tempo. A condição exige muita cautela, já que é capaz de afetar qualquer artéria do corpo sem, ao menos, gerar sintomas. Com isso, a maior parte dos casos só é diagnosticada depois do surgimento de alguma complicação, que pode se dar em diferentes graus de complexidade.

Estatísticas comprovam que os homens estão mais expostos à doença do que as mulheres, mas o risco chega a se igualar para ambos os sexos depois da menopausa feminina. Atente-se aos seguintes sinais:

  • Dores ao caminhar, nos momentos de repouso ou o aparecimento de feridas (doenças obstrutivas arteriais de membros inferiores);
  • Condições de pressão alta e insuficiência renal (doenças obstrutivas arteriais de artérias renais);
  • Insuficiência cerebrovascular, desmaios frequentes e tontura (doenças obstrutivas arteriais de artérias carótidas);
  • Emagrecimento, diarreia e náuseas (doenças obstrutivas arteriais de artérias viscerais).

Fatores de risco e tratamento

São diversos os fatores de risco que predispõem um indivíduo ao desenvolvimento da aterosclerose. Entre eles, podem ser citados: dieta com altos teores de gordura, obesidade, níveis elevados de colesterol no sangue, diabetes, pressão alta, tabagismo, idade avançada, histórico familiar, entre outros. Todos estes fatores são responsáveis pelo acúmulo de material gorduroso nas paredes arteriais, que, por sua vez, pode engrossar e endurecer, ocasionando o entupimento do vaso.

Por se tratar de uma patologia silenciosa, muitas vezes o diagnóstico acontece por intermédio de um exame físico abrangente ou por exames de imagens, que podem colaborar com a condução do tratamento. A partir daí, serão necessárias mudanças nos hábitos de vida do paciente, além do uso de medicamentos próprios. A intervenção cirúrgica só é indicada em casos avançados. Há, ainda, a possibilidade de utilização de Stents, dispositivos cilíndricos inseridos nas artérias a fim de desobstruir o canal.

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