Jovens podem ter problemas vasculares?

O mais comum é que problemas vasculares, como as varizes, por exemplo, acometam pessoas com uma idade mais avançada, devido a acontecimentos naturais do organismo. O uso de determinados tipos de medicamentos, a alteração natural dos hormônios e o próprio envelhecimento são exemplos disso. Ainda assim, os jovens não estão a salvo deste tipo de mal.

Fatores de risco

As varizes podem surgir em adolescentes como herança genética do pai ou da mãe. Além disso, há outros fatores de risco, sobretudo entre as garotas, como o uso precoce de pílulas anticoncepcionais que contêm progesterona e estrogênio, pois são substâncias prejudiciais ao sistema venoso. Ainda entre as pacientes do sexo feminino, há que se salientar a gestação abaixo dos 20 anos como agente facilitador para o aparecimento de varizes.

Algo que coloca a saúde de meninos e meninas em risco é o sedentarismo, isto é, a falta da prática de exercícios constantes. Tal fator aliado à obesidade pode “acordar” a genética ou a hereditariedade ainda mais cedo. Sendo assim, manter o peso ideal e realizar atividades físicas são as principais recomendações dos especialistas.

Recomendações médicas

Normalmente, os problemas vasculares se manifestam em pessoas com idades entre 20 e 50 anos, sendo raros em crianças. Mesmo assim, existe uma série de recomendações a serem seguidas por indivíduos de qualquer faixa etária. Uma delas é não permanecer sentado ou em pé por longos períodos. Isso pode propiciar o aparecimento de varizes. Quando estamos em movimento, nosso corpo consegue impulsionar o sangue para cima. Já quando estamos deitados, o coração se encontra no mesmo nível das pernas, o que facilita o retorno do sangue.

Um garoto que teve varizes aos 12 anos, quando chegar aos 30, poderá sofrer com sintomas muito piores. Um deles é a sensação das pernas pesadas. Depois de uma simples caminhada, por exemplo, o sujeito tem a impressão de que os membros pesam dezenas de quilos a mais. Com o passar do tempo, isso vai se tornando insuportável. Por isso, algumas dicas a serem seguidas desde a juventude são:

  • Evite roupas muito apertadas, que dificultam o retorno venoso;
  • Dê preferência a calçados com boa base e salto de, no máximo, quatro centímetros;
  • Faça breves repousos com as pernas elevadas;
  • Pratique exercícios físicos que ativem a musculatura das panturrilhas;
  • Não negligencie o tratamento médico.
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Quais tipos de dor são sinais de problemas vasculares?

Normalmente, as doenças vasculares, caracterizadas pelo acometimento da saúde dos vasos sanguíneos em qualquer região do corpo humano, surgem ao longo da vida adulta do indivíduo. Os pacientes podem ser tanto do sexo masculino quanto do feminino, sem discriminações. Ainda assim, um dos quadros mais comuns atinge, sobretudo, as mulheres: as varizes.

Além disso, fatores como gestações, os hormônios liberados durante o ciclo menstrual, a menopausa e o uso frequente de pílulas anticoncepcionais, aumentam o número de caso entre as adultas.

Nosso corpo costuma dar sinais de alerta quando algo não está funcionando da maneira que deveria, portanto é indicado estar sempre atento a determinados indícios que podem revelar diagnósticos de doenças vasculares.

Fortes dores

Intensas dores nas pernas, sobretudo durante a noite, podem indicar situações de doenças vasculares. Existem casos em que o mal-estar não cessa, nem mesmo enquanto o indivíduo dorme. Caso note dores na região da panturrilha (popularmente conhecida como a “batata da perna”) durante a prática de exercícios simples, como uma caminhada, é aconselhável consultar um angiologista, já que o fluxo sanguíneo pode estar comprometido.

Erupções cutâneas

Doenças vasculares podem gerar pequenas feridas nas pernas, difíceis de serem cicatrizadas. Muitas vezes, tais erupções surgem sem causa aparente. A condição pode caracterizar doenças arteriais ou venosas.

Cansaço sem razão

É comum que problemas vasculares causem um cansaço excessivo nos momentos em que o indivíduo vai realizar tarefas simples, como caminhar, subir escadas ou, mesmo, permanecer em pé ou sentado por muito tempo. Quando o sujeito realiza alguma destas ações, mas sente a necessidade de parar, pois suas pernas estão com uma sensação de “pesadas”, algo não vai bem.

Veias tortuosas

Pode ser que as veias tortuosas não causem dores, mas podem significar sinais de alerta quando o assunto são problemas vasculares. São veias visíveis sob a pele, com aspecto azulado, esverdeado ou avermelhado. Tais vasos são irregulares, podendo se apresentar como espirais ou em forma de teia de aranha. Em qualquer uma destas condições, um médico deve ser consultado.

Outros sintomas aos quais se atentar

  • Cãibras frequentes;
  • Formigamentos constantes;
  • Insensibilidade em qualquer região das pernas;
  • Sensação de que os pés ou as pernas estão frios, em contraste com a temperatura ambiente e demais regiões do corpo.
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Como se desenvolve a obstrução arterial?

Aterosclerose é o nome dado à doença caracterizada pelas obstruções das artérias, causadas pela formação de placas de gordura e tecido fibroso em suas paredes internas. Do ponto de vista clínico, o quadro é considerado gravíssimo, pois impede o bom funcionamento do sistema circulatório e, com isso, impossibilita a chegada de sangue e oxigênio ao cérebro. Desta forma, podemos afirmar que a condição é a principal motivadora de males como Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) e infartos.

Situação advinda com o tempo

A aterosclerose, normalmente, tem início ao longo da infância ou juventude do indivíduo e vai piorando com o passar do tempo. A condição exige muita cautela, já que é capaz de afetar qualquer artéria do corpo sem, ao menos, gerar sintomas. Com isso, a maior parte dos casos só é diagnosticada depois do surgimento de alguma complicação, que pode se dar em diferentes graus de complexidade.

Estatísticas comprovam que os homens estão mais expostos à doença do que as mulheres, mas o risco chega a se igualar para ambos os sexos depois da menopausa feminina. Atente-se aos seguintes sinais:

  • Dores ao caminhar, nos momentos de repouso ou o aparecimento de feridas (doenças obstrutivas arteriais de membros inferiores);
  • Condições de pressão alta e insuficiência renal (doenças obstrutivas arteriais de artérias renais);
  • Insuficiência cerebrovascular, desmaios frequentes e tontura (doenças obstrutivas arteriais de artérias carótidas);
  • Emagrecimento, diarreia e náuseas (doenças obstrutivas arteriais de artérias viscerais).

Fatores de risco e tratamento

São diversos os fatores de risco que predispõem um indivíduo ao desenvolvimento da aterosclerose. Entre eles, podem ser citados: dieta com altos teores de gordura, obesidade, níveis elevados de colesterol no sangue, diabetes, pressão alta, tabagismo, idade avançada, histórico familiar, entre outros. Todos estes fatores são responsáveis pelo acúmulo de material gorduroso nas paredes arteriais, que, por sua vez, pode engrossar e endurecer, ocasionando o entupimento do vaso.

Por se tratar de uma patologia silenciosa, muitas vezes o diagnóstico acontece por intermédio de um exame físico abrangente ou por exames de imagens, que podem colaborar com a condução do tratamento. A partir daí, serão necessárias mudanças nos hábitos de vida do paciente, além do uso de medicamentos próprios. A intervenção cirúrgica só é indicada em casos avançados. Há, ainda, a possibilidade de utilização de Stents, dispositivos cilíndricos inseridos nas artérias a fim de desobstruir o canal.

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Como é o tratamento de doenças das carótidas?

As artérias carótidas são consideradas os principais vasos sanguíneos responsáveis por levar sangue e oxigênio ao cérebro. São duas, e ambas se encontram na lateral do pescoço. Quando adoecem, a patologia é denominada “aterosclerose das artérias carótidas”, caracterizada pela formação de placas de gordura no interior destes vasos. Com isso, ocorre seu estreitamento ou, até mesmo, bloqueio total. Desta forma, é possível afirmar que a doença das artérias carótidas é uma das maiores causadoras de derrame atualmente em todo o mundo.

O que é derrame?

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como “derrame”, acontece no momento em que determinada parte do cérebro “morre”, devido à falta de sangue e oxigênio. A doença das carótidas colabora com tal fatalidade, pois favorece a formação de coágulos sanguíneos e placas de gordura nas zonas onde há estreitamento das artérias. Em determinado momento, tanto os coágulos quanto as placas de gordura, se desprendem e são carregados pela corrente sanguínea até o cérebro, ocasionando a obstrução de circulação.

Existem pacientes que se recuperam totalmente de um derrame, mas, em diversos casos, ficam sequelas, como paralisia de metade do corpo, dificuldade para falar e problemas para se vestir, alimentar ou realizar procedimentos comuns de cuidados pessoais.

De que maneira acontece o tratamento?

O principal objetivo durante o tratamento da doença das carótidas é evitar um derrame e, por isso, é comum que ocorra a combinação de determinados medicamentos que servem para estabilizar a placa e impedir o bloqueio das artérias. Já em situações em que o estreitamento se encontra em um estado mais grave, é necessário um procedimento cirúrgico.

Também pode ser preciso optar pela colocação de um Stent, uma pequena prótese em formato de tubo, incorporada ao interior da carótida para evitar sua obstrução. Caso essa seja a alternativa adotada, exames de ultrassom devem ser realizados periodicamente para acompanhamento do quadro.

Doença assintomática

Na maior parte dos casos, a doença das carótidas não provoca sintomas. Sendo assim, o paciente deve estar atento a alguns sinais, como fraqueza facial, nos membros, confusão mental, tontura, dificuldade de fala, paralisia na face e dores de cabeça. Se houver qualquer suspeita de que alguém esteja tendo um derrame, o socorro deve ser acionado imediatamente.

 

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Você tem alguém na família com problemas vasculares? Sua atenção com a saúde deve ser redobrada!

Problemas vasculares, como as varizes, por exemplo, são hereditários. Sendo assim, existe uma tendência natural que pode fazer com que a questão seja “passada” dos pais para os filhos. Entretanto, especialistas na área tranquilizam seus pacientes, já que nem sempre o transtorno vai se manifestar em todas as gerações. Ainda assim, mantenha o estado de atenção, pois fatores genéticos podem, sim, influenciar, principalmente as mulheres. Pacientes do sexo feminino costumam ter até três vezes mais varizes do que os do sexo masculino, devido a fatores hormonais.

Inconveniência passada de mãe para filha?

O simples fato de a sua mãe ter tido varizes não significa que você também sofrerá com o problema. Isso, na verdade, depende da genética de cada indivíduo, que pode gerar a herança, ou não. Mas o fato de a progenitora ter sido afligida pela questão aumenta as possibilidades de a filha seguir o mesmo rumo, sobretudo durante a gravidez.

Ao longo da gestação, a pressão do útero em crescimento sobre as veias pélvicas e a veia cava inferior ocasiona o surgimento das varizes, mesmo que, até então, elas nunca tivessem aparecido na paciente. Devido ao desenvolvimento do bebê, estes vasos tendem a ficar ainda mais evidentes. Os níveis de progesterona também motivam o relaxamento das paredes das veias, provocando um aspecto “azulado” e inchado, muitas vezes acompanhado de dores.

É possível evitar as varizes hereditárias?

Sim, e não é muito difícil. Basta adotar hábitos saudáveis, isto é, evitar a obesidade, praticar exercícios físicos regularmente, abandonar o tabagismo, manter uma dieta equilibrada, buscar não permanecer por muito tempo na mesma posição, entre outros. São atitudes simples, mas que colaboram muito com a diminuição das chances de ocorrência de varizes hereditárias. Ainda assim, vale o aviso: o acompanhamento médico se faz indispensável.

Varizes se limitam apenas a quem tem casos na família?

Não. Diversos fatores são responsáveis por desencadear o quadro de varizes, como sedentarismo, obesidade ou tabagismo, por exemplo. Permanecer na mesma posição, seja sentado ou em pé, por muito tempo, também colabora com o desenvolvimento do problema. E a questão, posteriormente, pode ser transmitida de maneira hereditária para seus filhos.

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Informações importantes sobre tratamento de úlcera venosa

As úlceras venosas, também conhecidas como úlceras varicosas, são feridas causadas devido à má circulação do sangue nos membros inferiores do corpo humano. Cerca de 80% das lesões que acometem as pernas e os pés podem ser caracterizadas como úlceras venosas.

A situação ocorre por conta do aumento da pressão dos vasos, que faz com que o sangue fique “parado” em determinada região, levando a pele a uma condição fragilizada. Em consequência disso, qualquer pequeno trauma pode resultar em um ferimento e, posteriormente, evoluir para a condição crônica, isto é, a úlcera.

É algo bastante comum em pessoas que sofrem com varizes e não realizam tratamentos para normalização da pressão, além de indivíduos que passaram por episódios de trombose venosa profunda.

Como surgem as úlceras venosas?

Geralmente, o paciente já apresenta uma pequena ferida nos pés ou nas pernas. Esta, por sua vez, pode ter sido causada por um arranhão, uma picada de inseto ou um pequeno impacto. Em seguida, bactérias, que já existem naturalmente sobre a pele e, em condições normais, não causam problema algum, se infiltram na corrente sanguínea e geram as úlceras. Além de ser uma questão de saúde, se trata, também, de um problema social, pois, devido à demora na cicatrização, o paciente passa a sofrer com o mau cheiro e o aspecto desagradável das feridas.

Principais sintomas

  • Dores na região afetada;
  • Inchaço nos pés e nas pernas;
  • Sensação de peso nos membros inferiores;
  • Vermelhidão na pele ao redor da ferida, com uma coloração mais escura em volta.

Como tratar a úlcera venosa?

Resumidamente, o tratamento das úlceras venosas ocorre em quatro etapas:

  • Medicação, com foco na extinção das infecções presentes nas contusões;
  • Curativos, no intuito de manter sempre a assepsia da região afetada;
  • Prevenção do surgimento de novas feridas;
  • Controle das causas das úlceras, como problemas circulatórios, por exemplo.

É possível auxiliar a circulação através do uso de meias compressivas, além de se manter a perna afetada elevada por longos períodos. O repouso também deve ser prolongado. Há que se ressaltar que o tratamento deve ser personalizado, ou seja, de acordo com as condições de cada paciente e seu histórico médico. Com isso, o acompanhamento profissional nunca deve ser negligenciado.

 

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Descubra os principais mitos sobre trombose

Você, certamente, já ouviu falar em trombose! Doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias, que são as responsáveis por manter o sistema circulatório em funcionamento. A patologia é relativamente comum: pesquisas indicam que há 50 casos em cada 100 mil pessoas. Apesar disso, ainda restam inúmeras dúvidas. Por isso, vamos esclarecer alguns mitos e verdades sobre a trombose.

É possível prevenir a trombose?

Verdade. Mesmo as pessoas que não realizam acompanhamento médico para ficar de olho no desenvolvimento da doença, podem adotar medidas simples de prevenção. Exemplos são: praticar exercícios físicos, mesmo que seja somente uma caminhada leve regularmente, evitar o cigarro, controlar o peso e usar meias elásticas em casos de insuficiência venosa.

Somente mulheres sofrem de trombose?

Mito. A patologia atinge homens e mulheres e possui incidência igual em ambos os sexos. Quando avaliados apenas pacientes com idades entre 20 e 40 anos, o número de pessoas do sexo feminino, de fato, é maior. Mas isso se deve apenas à exposição destas pessoas a mais fatores de risco, como gestações e o uso de anticoncepcionais.

É uma doença que não apresenta sintomas?

Mito. Existem determinados casos em que a trombose se manifesta de maneira assintomática, porém o mais comum é que o quadro seja acompanhado de determinados sinais. Os principais indícios, que exigem estado de alerta, são: inchaço, endurecimento da pele e aumento de temperatura nas pernas.

Longas viagens podem propiciar a ocorrência da doença?

Verdade. Estudos indicam que, se ficarmos sentados por muito tempo, comprometemos a velocidade com a qual o sangue retorna das pernas ao coração. Com isso, é provável a ocorrência de coagulação. O perigo é ainda maior em aviões, pois o ar seco e a baixa umidade prejudicam a hidratação do corpo e, com isso, diminuem a liquidez do sangue.

Não existe tratamento?

Mito. O tratamento, entretanto, depende da região comprometida em cada paciente, do tempo de acometimento e da extensão do trombo. Indivíduos recém-diagnosticados podem fazer uso de medicamentos anticoagulantes. Já em situações mais graves, a cirurgia pode ser a única saída viável para desentupir os vasos danificados.

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Laser: quais são os principais tratamentos vasculares a laser?

Já faz algum tempo desde que a cirurgia a laser se tornou uma importante aliada em casos de tratamentos vasculares. Seja no combate às varizes ou em situações relacionadas às safenas, principais veias do sistema venoso superficial, o método é indicado, pois pode ser realizado mais rapidamente, além do tempo de recuperação que, em geral, é mais curto.

A técnica é internacional e nasceu nos países europeus. Desde então, passa por inúmeros procedimentos de aperfeiçoamento, contando com o auxílio de médicos especialistas e cientistas.

De que maneira ocorre a cirurgia?

Trata-se de um procedimento minimamente invasivo, que se vale da energia térmica de uma luz para desidratar e, com isso, inutilizar determinadas veias que já não funcionam no organismo humano. A indicação, portanto, é direcionada a indivíduos que apresentam vasinhos tortuosos e salientes, que causam dores e cansaço ao caminhar ou ao permanecer muito tempo em pé. A partir do momento em que tais sintomas não melhoram com o tratamento clínico, o procedimento a laser se faz conveniente.

É importante ressaltar que o método não deve ser aplicado em pacientes gestantes ou que sofreram de trombose recentemente. Para sua realização, é imprescindível que o médico que acompanha o caso tenha verificado problemas no fluxo de sangue através de exames de imagem.

Tratamentos com resultados comprovados

As técnicas de escleroterapia utilizam o laser por fora da pele para propiciar o tratamento de vasinhos e varizes menores. Pode, ainda, ser feito com espuma ou glicose. Basicamente, o procedimento consiste na injeção da substância química diretamente na variz. O tempo médio de duração é de uma hora, sem que haja a necessidade de aplicação de anestesia.

Nos casos de varizes pequenas, os resultados podem ser observados em cerca de três a seis semanas. Já em situações de veias maiores, pode ser preciso esperar um pouco mais, entre três e quatro meses.

É provável que ocorra um desconforto no momento em que a agulha é inserida na veia ou que haja uma sensação de queimação no local, mas nada insuportável. Além disso, alguns cuidados devem ser tomados, como evitar a depilação no dia anterior ao procedimento e não aplicar cremes nas pernas.

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Riscos de trombose por causa de anticoncepcional

A ideia de que a trombose é uma patologia que só atinge indivíduos na melhor idade está completamente equivocada. Na realidade, existem diversos registros de ocorrência da doença, que acomete, sobretudo, os membros inferiores do corpo, através da formação de coágulos que geram o bloqueio do fluxo sanguíneo, em pacientes jovens.

Sujeitos com idades entre 20 e 40 anos estão vulneráveis, uma vez que se encontram mais expostos a fatores de risco em potencial, como a falta de atividades físicas, trabalhos desenvolvidos por muito tempo em uma mesma posição e o uso de anticoncepcionais.

Por que a pílula pode ocasionar a trombose?

Ainda não existem estudos que comprovem a real relação entre o uso de pílulas anticoncepcionais e o risco de trombose. Ainda assim, inúmeras pesquisas já defendem a teoria de que tal método contraceptivo gera maior resistência do organismo humano em relação às proteínas C-reativas, que agem como anticoagulantes naturais. Desta maneira, todo o sistema circulatório fica comprometido e desequilibrado, isto é, mais propício à formação de coágulos.

As pílulas combinadas ao estrogênio são as que mais exigem estado de alerta, pois estão relacionadas ao aumento de acometimentos vasculares. O perigo é o mesmo para pacientes que passam por procedimentos de reposição hormonal.

Pílula anticoncepcional associada ao tabagismo

Pode-se dizer que a associação entre o uso de anticoncepcionais e o tabagismo funciona como uma verdadeira bomba relógio no organismo feminino, já que são dois fatores que aumentam o risco do problema. A pílula não somente contribui com a formação de coágulos, como colabora para que as paredes das veias fiquem mais dilatadas, propiciando o aparecimento de varizes. Já o cigarro, por sua vez, contém substâncias pró-coagulantes. O perigo é ainda maior para aquela pessoa que fuma mais do que 15 cigarros por dia.

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Quais são os cuidados necessários em viagens para evitar trombose?

A trombose é uma doença venosa, caracterizada pela formação de coágulo sanguíneo em uma ou mais veias dos membros inferiores do corpo. Normalmente, a condição ocorre nas pernas, ocasionando o bloqueio do fluxo do sangue, o que gera dores e inchaço naquela região.

Fatores de risco

Alguns dos principais fatores de risco são hábitos adotados durante viagens, sobretudo as longas, que exigem que fiquemos parados em uma mesma posição por grandes períodos. Especialistas alertam que a patologia pode se desenvolver em indivíduos que, por exemplo, permanecem sentados e imóveis por mais do que quatro horas.

O risco é ainda maior para pessoas que possuem determinadas condições, como aquelas que já tiveram câncer, estão acima do peso ou passaram por recentes cirurgias ortopédicas. Outras combinações perigosas estão relacionadas àqueles que fumam ou sofrem com varizes. Mulheres que fazem uso de anticoncepcional também estão mais suscetíveis à trombose.

Orientações para evitar a ocorrência de trombose durante viagens

Existem atitudes simples que podem colaborar com a saúde e o não desenvolvimento da trombose durante uma viagem. Algumas dicas são:

  • Vista roupas e calce sapatos confortáveis;
  • Evite calça jeans ou roupas apertadas que possam comprometer a circulação;
  • Use meias elásticas;
  • Beba muita água para se manter hidratado;
  • Se estiver em um avião ou em um ônibus, a cada duas horas, caminhe pelo corredor;
  • Se estiver em um carro, também a cada duas horas, busque fazer uma pequena pausa para se levantar e caminhar.

Determinados pacientes podem ser orientados a usar medicamentos próprios, para a coagulação. Ainda assim, vale ressaltar: jamais tome remédios sem prescrição médica. É imprescindível consultar um especialista e verificar a possibilidade de administrar tal medicamento, para que não haja reações adversas ou complicações durante a viagem.

Índices da trombose

Estudos indicam que cerca de 90% dos casos de trombose se desenvolvem em membros inferiores. O percentual restante se divide entre braços e cérebro, sendo que, muitas vezes, não há sintomas aparentes. Atente-se sempre aos seguintes sinais: vermelhidão nas pernas, dores, inchaços ou calor em determinadas regiões. Mesmo se estiver viajando e verificar algum destes indícios, uma ultrassonografia deverá ser agendada.

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