Você tem alguém na família com problemas vasculares? Sua atenção com a saúde deve ser redobrada!

Problemas vasculares, como as varizes, por exemplo, são hereditários. Sendo assim, existe uma tendência natural que pode fazer com que a questão seja “passada” dos pais para os filhos. Entretanto, especialistas na área tranquilizam seus pacientes, já que nem sempre o transtorno vai se manifestar em todas as gerações. Ainda assim, mantenha o estado de atenção, pois fatores genéticos podem, sim, influenciar, principalmente as mulheres. Pacientes do sexo feminino costumam ter até três vezes mais varizes do que os do sexo masculino, devido a fatores hormonais.

Inconveniência passada de mãe para filha?

O simples fato de a sua mãe ter tido varizes não significa que você também sofrerá com o problema. Isso, na verdade, depende da genética de cada indivíduo, que pode gerar a herança, ou não. Mas o fato de a progenitora ter sido afligida pela questão aumenta as possibilidades de a filha seguir o mesmo rumo, sobretudo durante a gravidez.

Ao longo da gestação, a pressão do útero em crescimento sobre as veias pélvicas e a veia cava inferior ocasiona o surgimento das varizes, mesmo que, até então, elas nunca tivessem aparecido na paciente. Devido ao desenvolvimento do bebê, estes vasos tendem a ficar ainda mais evidentes. Os níveis de progesterona também motivam o relaxamento das paredes das veias, provocando um aspecto “azulado” e inchado, muitas vezes acompanhado de dores.

É possível evitar as varizes hereditárias?

Sim, e não é muito difícil. Basta adotar hábitos saudáveis, isto é, evitar a obesidade, praticar exercícios físicos regularmente, abandonar o tabagismo, manter uma dieta equilibrada, buscar não permanecer por muito tempo na mesma posição, entre outros. São atitudes simples, mas que colaboram muito com a diminuição das chances de ocorrência de varizes hereditárias. Ainda assim, vale o aviso: o acompanhamento médico se faz indispensável.

Varizes se limitam apenas a quem tem casos na família?

Não. Diversos fatores são responsáveis por desencadear o quadro de varizes, como sedentarismo, obesidade ou tabagismo, por exemplo. Permanecer na mesma posição, seja sentado ou em pé, por muito tempo, também colabora com o desenvolvimento do problema. E a questão, posteriormente, pode ser transmitida de maneira hereditária para seus filhos.

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Informações importantes sobre tratamento de úlcera venosa

As úlceras venosas, também conhecidas como úlceras varicosas, são feridas causadas devido à má circulação do sangue nos membros inferiores do corpo humano. Cerca de 80% das lesões que acometem as pernas e os pés podem ser caracterizadas como úlceras venosas.

A situação ocorre por conta do aumento da pressão dos vasos, que faz com que o sangue fique “parado” em determinada região, levando a pele a uma condição fragilizada. Em consequência disso, qualquer pequeno trauma pode resultar em um ferimento e, posteriormente, evoluir para a condição crônica, isto é, a úlcera.

É algo bastante comum em pessoas que sofrem com varizes e não realizam tratamentos para normalização da pressão, além de indivíduos que passaram por episódios de trombose venosa profunda.

Como surgem as úlceras venosas?

Geralmente, o paciente já apresenta uma pequena ferida nos pés ou nas pernas. Esta, por sua vez, pode ter sido causada por um arranhão, uma picada de inseto ou um pequeno impacto. Em seguida, bactérias, que já existem naturalmente sobre a pele e, em condições normais, não causam problema algum, se infiltram na corrente sanguínea e geram as úlceras. Além de ser uma questão de saúde, se trata, também, de um problema social, pois, devido à demora na cicatrização, o paciente passa a sofrer com o mau cheiro e o aspecto desagradável das feridas.

Principais sintomas

  • Dores na região afetada;
  • Inchaço nos pés e nas pernas;
  • Sensação de peso nos membros inferiores;
  • Vermelhidão na pele ao redor da ferida, com uma coloração mais escura em volta.

Como tratar a úlcera venosa?

Resumidamente, o tratamento das úlceras venosas ocorre em quatro etapas:

  • Medicação, com foco na extinção das infecções presentes nas contusões;
  • Curativos, no intuito de manter sempre a assepsia da região afetada;
  • Prevenção do surgimento de novas feridas;
  • Controle das causas das úlceras, como problemas circulatórios, por exemplo.

É possível auxiliar a circulação através do uso de meias compressivas, além de se manter a perna afetada elevada por longos períodos. O repouso também deve ser prolongado. Há que se ressaltar que o tratamento deve ser personalizado, ou seja, de acordo com as condições de cada paciente e seu histórico médico. Com isso, o acompanhamento profissional nunca deve ser negligenciado.

 

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Descubra os principais mitos sobre trombose

Você, certamente, já ouviu falar em trombose! Doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias, que são as responsáveis por manter o sistema circulatório em funcionamento. A patologia é relativamente comum: pesquisas indicam que há 50 casos em cada 100 mil pessoas. Apesar disso, ainda restam inúmeras dúvidas. Por isso, vamos esclarecer alguns mitos e verdades sobre a trombose.

É possível prevenir a trombose?

Verdade. Mesmo as pessoas que não realizam acompanhamento médico para ficar de olho no desenvolvimento da doença, podem adotar medidas simples de prevenção. Exemplos são: praticar exercícios físicos, mesmo que seja somente uma caminhada leve regularmente, evitar o cigarro, controlar o peso e usar meias elásticas em casos de insuficiência venosa.

Somente mulheres sofrem de trombose?

Mito. A patologia atinge homens e mulheres e possui incidência igual em ambos os sexos. Quando avaliados apenas pacientes com idades entre 20 e 40 anos, o número de pessoas do sexo feminino, de fato, é maior. Mas isso se deve apenas à exposição destas pessoas a mais fatores de risco, como gestações e o uso de anticoncepcionais.

É uma doença que não apresenta sintomas?

Mito. Existem determinados casos em que a trombose se manifesta de maneira assintomática, porém o mais comum é que o quadro seja acompanhado de determinados sinais. Os principais indícios, que exigem estado de alerta, são: inchaço, endurecimento da pele e aumento de temperatura nas pernas.

Longas viagens podem propiciar a ocorrência da doença?

Verdade. Estudos indicam que, se ficarmos sentados por muito tempo, comprometemos a velocidade com a qual o sangue retorna das pernas ao coração. Com isso, é provável a ocorrência de coagulação. O perigo é ainda maior em aviões, pois o ar seco e a baixa umidade prejudicam a hidratação do corpo e, com isso, diminuem a liquidez do sangue.

Não existe tratamento?

Mito. O tratamento, entretanto, depende da região comprometida em cada paciente, do tempo de acometimento e da extensão do trombo. Indivíduos recém-diagnosticados podem fazer uso de medicamentos anticoagulantes. Já em situações mais graves, a cirurgia pode ser a única saída viável para desentupir os vasos danificados.

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Laser: quais são os principais tratamentos vasculares a laser?

Já faz algum tempo desde que a cirurgia a laser se tornou uma importante aliada em casos de tratamentos vasculares. Seja no combate às varizes ou em situações relacionadas às safenas, principais veias do sistema venoso superficial, o método é indicado, pois pode ser realizado mais rapidamente, além do tempo de recuperação que, em geral, é mais curto.

A técnica é internacional e nasceu nos países europeus. Desde então, passa por inúmeros procedimentos de aperfeiçoamento, contando com o auxílio de médicos especialistas e cientistas.

De que maneira ocorre a cirurgia?

Trata-se de um procedimento minimamente invasivo, que se vale da energia térmica de uma luz para desidratar e, com isso, inutilizar determinadas veias que já não funcionam no organismo humano. A indicação, portanto, é direcionada a indivíduos que apresentam vasinhos tortuosos e salientes, que causam dores e cansaço ao caminhar ou ao permanecer muito tempo em pé. A partir do momento em que tais sintomas não melhoram com o tratamento clínico, o procedimento a laser se faz conveniente.

É importante ressaltar que o método não deve ser aplicado em pacientes gestantes ou que sofreram de trombose recentemente. Para sua realização, é imprescindível que o médico que acompanha o caso tenha verificado problemas no fluxo de sangue através de exames de imagem.

Tratamentos com resultados comprovados

As técnicas de escleroterapia utilizam o laser por fora da pele para propiciar o tratamento de vasinhos e varizes menores. Pode, ainda, ser feito com espuma ou glicose. Basicamente, o procedimento consiste na injeção da substância química diretamente na variz. O tempo médio de duração é de uma hora, sem que haja a necessidade de aplicação de anestesia.

Nos casos de varizes pequenas, os resultados podem ser observados em cerca de três a seis semanas. Já em situações de veias maiores, pode ser preciso esperar um pouco mais, entre três e quatro meses.

É provável que ocorra um desconforto no momento em que a agulha é inserida na veia ou que haja uma sensação de queimação no local, mas nada insuportável. Além disso, alguns cuidados devem ser tomados, como evitar a depilação no dia anterior ao procedimento e não aplicar cremes nas pernas.

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Riscos de trombose por causa de anticoncepcional

A ideia de que a trombose é uma patologia que só atinge indivíduos na melhor idade está completamente equivocada. Na realidade, existem diversos registros de ocorrência da doença, que acomete, sobretudo, os membros inferiores do corpo, através da formação de coágulos que geram o bloqueio do fluxo sanguíneo, em pacientes jovens.

Sujeitos com idades entre 20 e 40 anos estão vulneráveis, uma vez que se encontram mais expostos a fatores de risco em potencial, como a falta de atividades físicas, trabalhos desenvolvidos por muito tempo em uma mesma posição e o uso de anticoncepcionais.

Por que a pílula pode ocasionar a trombose?

Ainda não existem estudos que comprovem a real relação entre o uso de pílulas anticoncepcionais e o risco de trombose. Ainda assim, inúmeras pesquisas já defendem a teoria de que tal método contraceptivo gera maior resistência do organismo humano em relação às proteínas C-reativas, que agem como anticoagulantes naturais. Desta maneira, todo o sistema circulatório fica comprometido e desequilibrado, isto é, mais propício à formação de coágulos.

As pílulas combinadas ao estrogênio são as que mais exigem estado de alerta, pois estão relacionadas ao aumento de acometimentos vasculares. O perigo é o mesmo para pacientes que passam por procedimentos de reposição hormonal.

Pílula anticoncepcional associada ao tabagismo

Pode-se dizer que a associação entre o uso de anticoncepcionais e o tabagismo funciona como uma verdadeira bomba relógio no organismo feminino, já que são dois fatores que aumentam o risco do problema. A pílula não somente contribui com a formação de coágulos, como colabora para que as paredes das veias fiquem mais dilatadas, propiciando o aparecimento de varizes. Já o cigarro, por sua vez, contém substâncias pró-coagulantes. O perigo é ainda maior para aquela pessoa que fuma mais do que 15 cigarros por dia.

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Quais são os cuidados necessários em viagens para evitar trombose?

A trombose é uma doença venosa, caracterizada pela formação de coágulo sanguíneo em uma ou mais veias dos membros inferiores do corpo. Normalmente, a condição ocorre nas pernas, ocasionando o bloqueio do fluxo do sangue, o que gera dores e inchaço naquela região.

Fatores de risco

Alguns dos principais fatores de risco são hábitos adotados durante viagens, sobretudo as longas, que exigem que fiquemos parados em uma mesma posição por grandes períodos. Especialistas alertam que a patologia pode se desenvolver em indivíduos que, por exemplo, permanecem sentados e imóveis por mais do que quatro horas.

O risco é ainda maior para pessoas que possuem determinadas condições, como aquelas que já tiveram câncer, estão acima do peso ou passaram por recentes cirurgias ortopédicas. Outras combinações perigosas estão relacionadas àqueles que fumam ou sofrem com varizes. Mulheres que fazem uso de anticoncepcional também estão mais suscetíveis à trombose.

Orientações para evitar a ocorrência de trombose durante viagens

Existem atitudes simples que podem colaborar com a saúde e o não desenvolvimento da trombose durante uma viagem. Algumas dicas são:

  • Vista roupas e calce sapatos confortáveis;
  • Evite calça jeans ou roupas apertadas que possam comprometer a circulação;
  • Use meias elásticas;
  • Beba muita água para se manter hidratado;
  • Se estiver em um avião ou em um ônibus, a cada duas horas, caminhe pelo corredor;
  • Se estiver em um carro, também a cada duas horas, busque fazer uma pequena pausa para se levantar e caminhar.

Determinados pacientes podem ser orientados a usar medicamentos próprios, para a coagulação. Ainda assim, vale ressaltar: jamais tome remédios sem prescrição médica. É imprescindível consultar um especialista e verificar a possibilidade de administrar tal medicamento, para que não haja reações adversas ou complicações durante a viagem.

Índices da trombose

Estudos indicam que cerca de 90% dos casos de trombose se desenvolvem em membros inferiores. O percentual restante se divide entre braços e cérebro, sendo que, muitas vezes, não há sintomas aparentes. Atente-se sempre aos seguintes sinais: vermelhidão nas pernas, dores, inchaços ou calor em determinadas regiões. Mesmo se estiver viajando e verificar algum destes indícios, uma ultrassonografia deverá ser agendada.

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Quais são as causas das varizes nas pernas?

 

As varizes são conhecidas como veias dilatadas, muito aparentes, totalmente tortuosas, muito comum nos pés e nas pernas, principalmente em pessoas que ficam na mesma posição por longos períodos, aumentando a pressão na área inferior do corpo.

 

As varizes podem causar prejuízos estéticos para as pernas e também gerar muita dor e desconforto para alguns pacientes. O médico faz o tratamento das varizes com procedimento cirúrgico para a remoção das veias. Porém, como acontece com todos os problemas de saúde, a principal orientação é prevenir o aparecimento das varizes.

 

Como surgem as varizes nas pernas?

 

Como foi citado anteriormente, as varizes aparecem nas pessoas que apresentam pressão elevada nas veias das pernas. Por causa do excesso de pressão, as veias ficam dilatadas, muito expostas, em área superficial, em um local muito aparente da pele.

 

Os médicos acreditam que muitas pessoas têm um fator genético que favorece o aparecimento de varizes, sendo a doença resultado da predisposição e hereditariedade, já que essas pessoas possuem estruturas das veias mais fracas.

 

Todas as pessoas com varizes devem passar por uma consulta com o médico especialista, que vai verificar se existem fatores de risco relacionados às veias enfraquecidas, como áreas de bloqueio, existência de coágulos, veias profundas danificadas, fístulas arteriovenosas, entre outros.

 

Quais os principais fatores de risco para o aparecimento de varizes?

 

Existem alguns fatores de risco que aumentam os casos de varizes. Veja alguns deles a seguir:

  • As varizes são mais comuns em mulheres e grávidas;
  • Pessoas idosas estão mais propensas a apresentar o problema;
  • A obesidade é um fator de risco para o surgimento de varizes;
  • Pessoas com histórico familiar de varizes;
  • Ficar muito tempo na mesma posição, principalmente em pé, durante longas jornadas de trabalho, por exemplo;
  • Alguns tipos de doenças, como problemas no fígado e insuficiência cardíaca;
  • Fístulas Arteriovenosas;
  • Pessoas que já fizeram tratamento para trombose.

Pacientes que apresentem um ou mais fatores de risco devem fazer consultas preventivas com o médico.

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O que é cirurgia endovascular?

 

A cirurgia endovascular é um procedimento médico realizado na parte interna de veias e artérias, tanto para tratamento como para reparação das estruturas com o uso de endoprótese, em procedimentos menos invasivos para os pacientes.

A endoprótese, o stent e o cateter-balão possuem o mesmo objetivo: liberar o fluxo sanguíneo endovascular, normalmente interrompido por placas de gordura calcificada.

A cirurgia endovascular também é um procedimento recomendado em casos de aneurismas de aorta torácica, quando um stent é colocado na área interna da aorta a fim de fortalecê-la, para impedir o rompimento e a ocorrência de danos graves à saúde do paciente, realizando o reforço do vaso de sangue.

Procedimentos básicos de uma cirurgia endovascular:

  • Inserção do cateter na artéria através de um corte muito pequeno na perna, próximo à região da virilha;
  • Uso de imagens para conduzir o cateter com a endoprótese para o local onde está o aneurisma ou outra lesão na aorta;
  • Posicionamento da endoprótese de maneira adequada no local da aorta;
  • Remoção do cateter.

Tipos de cirurgia endovascular

A cirurgia endovascular pode ser aberta ou fechada. No caso de ser uma cirurgia aberta, a estrutura corporal é acessada de maneira invasiva. Um dos principais exemplos é a cirurgia de peito aberto, para reparação da aorta. Neste caso, o aneurisma é retirado. No local, um novo tecido é enxertado para substituição da estrutura danificada.

A cirurgia endovascular fechada é um procedimento pouco invasivo, feito com cateter e com monitoramento por imagem. Neste caso, não é preciso realizar abertura e rompimento da estrutura corporal para fazer o reparo da veia ou da artéria danificada.

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Qual a importância do check-up vascular?

O check-up vascular é essencial para garantir a longevidade, com qualidade de vida e com foco na prevenção de doenças. A consulta médica preventiva é essencial para detectar precocemente as predisposições de cada paciente e evitar o aparecimento e, até mesmo, a evolução de doenças.

 

O médico vascular ou angiologista solicita uma série de exames importantes, como exames de sangue, imagem e também a avaliação física, feita no próprio consultório. Com todos esses dados em mãos, o médico é capaz de prevenir a ocorrência de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

 

As consultas preventivas com o angiologista também são essenciais para impedir quadros dos seguintes problemas de saúde:

  • Hipertensão arterial;
  • Formação de placas de gordura nas artérias;
  • Derrame;
  • Amputação;
  • Trombose;
  • Aneurismas;
  • Entre outros.

Na consulta, o médico consegue identificar fatores de risco e fazer o diagnóstico preventivo, orientando os pacientes para mudanças de hábito ou mesmo receitando algumas medicações que podem prevenir eventos súbitos e fatais.

 

Tratamentos mais comuns

 

As doenças cardiovasculares, em sua maioria, são ligadas à aterosclerose, um distúrbio causado pela formação e calcificação de placas de gordura na parede das artérias, causando obstrução arterial, derrames e outros problemas.

 

Os angiologistas também fazem o tratamento de varizes nas pernas com cirurgia e medicação, tromboses (coagulação de sangue), embolia pulmonar, entre outros problemas de saúde. As doenças vasculares, assim como outros tipos de doenças, podem estar diretamente ligadas a outros problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, obesidade, sedentarismo, tabagismo, má alimentação, consumo de álcool em excesso, entre outros fatores.

Depois da consulta de check-up, o médico orienta os pacientes de maneira geral e específica, com todos os hábitos necessários para manter a qualidade de vida e a saúde.

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Quais são os tipos de cirurgias para varizes?

A cirurgia para varizes tem ficado cada vez mais acessível e inovadora. Atualmente, os médicos estão utilizando métodos menos invasivos e que promovem um resultado ainda melhor ao paciente.

De qualquer forma, existem 3 tipos de cirurgias para varizes atualmente:

  • Cirurgia tradicional, com corte mais aberto e mais invasiva;
  • Cirurgia com laser;
  • Microcirurgia para varizes.

Para decidir sobre o tipo de cirurgia que será feita, o médico terá que fazer uma avaliação muito detalhada sobre as condições do paciente. Alguns fatores influenciam diretamente no tipo de cirurgia que será realizada, como:

  • Localização das varizes;
  • Tamanho e extensão das varizes;
  • Refluxo venoso;
  • Entre outros fatores.

O cirurgião vascular é o médico preparado para fazer as cirurgias para varizes. O médico é responsável por realizar uma avaliação global do paciente, levando em consideração a gravidade das varizes, se há infecções, presença de úlceras e outros fatores agravantes.

Cirurgia tradicional para varizes

A cirurgia tradicional para varizes é feita com ligadura ou remoção de veias. Este tipo de procedimento só é indicado em casos específicos, após o médico identificar a estrutura das veias e vasos afetados.

Quando as veias são removidas, o médico faz a introdução de fio guia em uma extremidade e retira o fio em outra extremidade, fazendo também a retirada da veia danificada. O procedimento pode refletir em dores moderadas, uso de analgésico e também caminhadas para recuperação.

Os pacientes também mantêm as pernas erguidas quando estão deitados, em um nível acima do coração. Isso impede a ocorrência de inchaços e também do retorno venoso. Em cerca de 6 semanas os hematomas desaparecem.

Microcirurgia e cirurgia com laser

A Microcirurgia para varizes é feita em cerca de 30 minutos, com incisões para remover as veias danificadas. Os cortes são minúsculos, imperceptíveis.

Após o procedimento, os pacientes não precisam sequer ficar internados e já podem retornar para casa. O repouso é de 1 dia. A recuperação é muito rápida e o resultado é surpreendente.

A cirurgia com laser para varizes também é muito rápida, com recuperação de até 3 dias apenas. A possibilidade de complicação é muito pequena. Os procedimentos para remoção das veias doentes com o laser têm 96% de eficácia, com trauma pós-operatório extremamente reduzido. Trata-se de uma cirurgia bastante segura.

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